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Pr Jonas Neto - Cristo Vive - NI

12 de abril de 2009

A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA

INTRODUÇÃO: Ag 2:9

Vamos tomar por início o reinado do Rei Davi.

O Rei Daví, da tribo de Judá, desejava construir uma casa para Javé, onde a Arca da Aliança ficasse definitivamente guardada, ao invés de permanecer na tenda provisória ou tabernáculo, existente desde os dias de Moisés. Segundo a Bíblia, este desejo foi-lhe negado por Deus em virtude de ter derramado muito sangue em guerras. No entanto, isso seria permitido ao seu filho Salomão, cujo nome significa "paz". Isto enfatizava a vontade divina de que a Casa de Deus fosse edificada em paz, por um homem pacífico. (2 Sm 7:1-16; 1 Reis 5:3-5; 8:17; 1 Cr 17:1-14; 22:6-10).

Davi comprou essa terra ou eira de um homem chamado Omã ou Araúna, ele era um jebuseu, esse lugar ficava próximo ao monte Moriah ou Moriá, para que ali viesse a ser construído o templo. (2 Sm 24:24, 25; 1 Cr 21:24, 25). Davi juntou 100.000 talentos de ouro, 1.000.000 de talentos de prata, e cobre e ferro em grande quantidade, além de contribuir com 3.000 talentos de ouro e 7.000 talentos de prata, da sua fortuna pessoal. Recebeu também como contribuições dos príncipes, ouro no valor de 5.000 talentos, 10.000 daricos e prata no valor de 10.000 talentos, bem como muito ferro e cobre. (1 Cr 22:14; 29:3-7) Salomão não chegou a gastar a totalidade desta quantia na construção do templo, depositando o excedente no tesouro do templo (1 Rs 7:51; 2 Cr 5:1).

Esta soma equivale a quase 4,9 milhões de dólares, ou quase 2,4 milhões de dólares, se fizermos o cálculo pelo sistema de peso mais reduzido.

Não é para admirar que ele pudesse ajuntar tão grandes riquezas, tomando em conta os despojos das guerras com os reinos vizinhos e os tributos dos países vencidos.

Sentavam-se a mesa de salomão 25.000 mil súditos, todos servidos em final taças e baixelas de pudor ouro!Salomão

CATIVEIRO

O que é cativeiro?

As Escrituras descrevem muitos tipos de cativeiro, a saber:

  1. O cativeiro efetuado pelo inimigo, em tempos de guerra ou de paz, mediante o qual pessoas são cativas, contra a própria vontade. Nos tempos antigos, isso era freqüente, pois isso envolvia a escravidão (Dt 28:27-48; Gn 14:14; Jr 52:29,30).

  2. O cativeiro evangélico dá-se quando uma pessoa por amor de Cristo, obtém controle sobre ela, então dedica-se totalmente à inquirição espiritual (II Co 10:5).

  3. O cativeiro do pecado, quando alguém é oprimido e escravizado pelo poder de Satanás, bem como por suas próprias corrupções internas, naturais (Rm 7:23; I Sm 30:3; II Tim. 2:26).

  4. O cativeiro moral, cujo conceito contrário é a vitória sobre o pecado e os vicios. Essa vitória leva o crente ao progresso espiritual, permitindo-lhe vencer os elemen­tos morais e espirituais prejudiciais, levando tudo a cativeiro, à vontade do Senhor (II Co 10:5), incluindo os próprios pensamentos. Não está em foco alguma pequena vitória!



  1. O cativeiro do mal, que Jesus levou cativo (Ef 4:8). Provavelmente, isso significa que as forças satânicas que escravizam as almas, especialmente aquelas que existem no hades, e ali conservam as almas cativas, por sua vez foram vencidas e cativadas por Jesus, sendo derrotadas e desativadas.

  2. Cativeiro sob os Romanos. Muitos milhares de judeus foram massacrados, e muitos outros milhares foram exilados e escravizados. Josefo diz-nos que, durante o cerco de Jerusalém por Tito, no ano 70 D.C., noventa e sete mil judeus foram capturados, e um milhão e cem mil judeus foram mortos. Esse foi um número imenso, levando-se em conta a pequenez da nação judaica, de tal modo que quase cada indivíduo sofreu um ou outro desses horrores. Aqueles que tinham menos de dezessete anos foram vendidos para servir de escravos a particulares.

PROFETAS PRÉ-EXILIO

NARRATIVOS – ELIAS e ELISEU

REINO DO NORTE - Israel

Jonas -760

Amós - 760

Oséas - 755-732


REINO DO SUL - Judá

Joel - 810-750

Miquéas - 742-687

Naum - 664-612

Sofonias - 640)

Jeremias - 621-580

Habacuque - 605

EXÍLIO

Daniel - 604-535

Ezequiel - 593-570

Obadias 587

Zorobabel – 526


PÓS EXÍLIO

Ageu - 520

Zacarias - 520-480

Malaquias - 460

CATIVEIRO ASSÍRIO

Esse cativeiro também é conhecido como cativeiro das dez tribos de Israel (do norte). Embora nos refiramos a esse cativeiro como um único evento, na realidade envolveu um complexo processo. A maior parte da população das tribos israelitas do norte foi levada em exílio, não para a Babilônia, mas para a Assíria. O período durante o qual essa remoção teve lugar, estendeu-se por cerca de 150 (cento e cinqüenta) anos. Podemos dividir esse período em quatro fases:

  1. A daqueles levados cativos por Tiglate-Pileser III, nos dias de Peca, rei de Israel, em cerca de 740 A.C. Nesse exílio estiveram envolvidas as tribos transjordâ­nicas de Israel (I Cr 5:26), e os habitantes da Galiléia (II Reis 15:29). O destino deles foi a Assíria.

  2. Durante o reinado de Oséias, rei de Israel, Salmaneser, rei da Assíria, invadiu Israel por duas vezes (II Reis 17:3,5), provavelmente levando os israelitas que tinham sobrevivido na outra invasão.

  3. Seu sucessor, Sargão II, em 721 A.C., conquistou a capital, Samaria, e levou mais de 27 (vinte e sete) mil pessoas. Isso está registrado nos anais de Corsabade.

  4. O que não fora levado cativo pelos reis anteriores, outros monarcas assírios, especialmente Esar-Ha­dom, em cerca de 681-668 A.C., levou embora.

CATIVEIRO BABILÔNICO – PERÍODO EXÍLIO

Esse título refere-se ao período da história dos judeus que começou no ano de 597 A.C., quando foi deportado o primeiro grande grupo de judeus, juntamente com seu rei, Jeoiaquim, para Babilônia, por determinação de Nabucodonosor. Esse período terminou em 538 A.C., quando Ciro, vencedor persa da Babilônia, baixou um decreto concedendo aos judeus o direito de retomarem a Jerusalém a reconstruírem o templo (ver o artigo). No período entre essas duas datas, tiveram lugar diversas outras deportações, entre as quais aquela após a destruição do templo, em 587 A.C. As fontes informativas diferem no tocante ao número de judeus que foram exilados, conforme se vê mediante a comparação dos trechos de 11 Reis 24:14,16 e Jeremias 52:28-30.

O certo, porém, é que pelo menos vinte mil judeus foram deportados. Os judeus, chegados a Babilônia, desfrutaram de condições relativamente favoráveis. O solo ali era mais fértil que o da Judéia, e os agricultores judeus facilmente podiam cultivá-lo. Alguns deles conseguiram enriquecer. Muitos toma­ram-se tão bem-sucedidos na Babilônia que recusa­ram-se a retomar à Paletina, quando Ciro lhes permitiu o retorno. Contudo, ajudaram financeira­mente àqueles que desejaram voltar do exílio. Cerca de quarenta e dois mil judeus retomaram à Judeia, em 538 A.C. E aqueles que permaneceram na Babilônia, formaram o núcleo de uma comunidade que, séculos mais tarde, tornou-se um importante centro da erudição e das tradições judaicas.

Tanto o cativeiro assírio quanto o babilônico haviam sido preditos pelos profetas do Antigo Testamento. Por detrás desses cativeiros havia razões morais e espirituais, e não apenas econômicas, militares e políticas, que se originam dos conflitos entre os povos. Ê verdade que todos esses fatores existiam; mas ao povo de Deus só sucede aquilo que Ele permite ou ordena. E assim, todas as grandes modificações, relativas a indivíduos ou nações, dependem, em última análise, da vontade de Deus. O juízo divino sobrevém aos desobedientes e interrompe, se não mesmo destrói, tudo quanto estiver sendo feito de positivo. Todavia, o juízo divino sempre é remediada, e não apenas punitivo. A apostasia pode ser revertida pelo julgamento divino; e, com freqüência, Deus pode fazer coisas boas através do juízo divino, que não podem ser realizadas de outra maneira qualquer. o).

PERÍODO PÓS-EXÍLICO

RETOMANDO O CAMINHO FEITO

O reino de Judá experimentou um fim trágico em 587/6 a.E.C, O rei da Babilônia, Nabucodonosor, quebrou todas as resistências da capital, Jeru­salém. Destruiu seus muros e suas for­talezas, arrasou o Templo e deportou a população mais culta e de posses para o exílio na Babilônia. A situação dos que permaneceram em Judá e dos que partiram para o exílio era de desola­ção e tristeza. Porém, mesmo que eles se sentissem abandonados, Deus não os havia esquecido. Assim, suscitou tanto em Judá como na Babilônia pro­fetas que os confortassem e alimen­tassem a esperança de dias melhores e de um novo êxodo de volta à terra. Jeremias e Abdias atuaram junto ao povo em Judá. Ezequiel e o Segundo Isaías, junto aos exilados. Eles reavivavam a memória do povo na ação de Deus em sua história. Por maior que fosse a infidelidade, Deus continuava fiel e no meio deles.

A Babilônia, ao dominar Judá, nada fez para que Jerusalém, os mu­ros, as fortalezas e o Templo fossem reconstruídos. Antes, continuava a exigir o pagamento de impostos. Mas, como todos os impérios, um dia este também iria acabar. E não de­morou para que isso acontecesse: sua ruína começou internamente.

Nabônides, soberano da Babilônia, opôs-se ao poder dos sacerdotes de Marduc, ao restabelecer as antigas for­mas religiosas da divindade Sin (lua), favorecendo seu culto e a restauração dos santuários dedicados a ela. Estava muito mais preocupado com sua de­voção pessoal do que com as questões do Estado. Com isso, ele conquistou a inimizade dos adeptos do deus Mar­duc, a divindade nacional.

Diante das ameaças de Ciro, rei da Pérsia, Nabônides transferiu a capital para Tema, nos confins da Arábia, deixando ao filho a adminis­tração da Babilônia. Pouco a pouco, Ciro foi conquistando os impérios dos Medos, parte da Ásia Menor, as planícies da Babilônia, da Síria, da terra de Israel e do Egito. Chegou a formar o maior império do Oriente.

Ciro impôs confiança aos povos que foi conquistando pelo seu respeito à cultura e às tradições religiosas. Tanto os sacerdotes de Marduc, divindade principal da Babilônia, como o Se­gundo Isaías viam com bons olhos o senhor do novo império, como mostram documentos da época.

CRÔNICA BABILÔNICA OU CRÔNICA DE NABÔNIDES

O texto revela total acolhida ao novo senhor não só da Babilônia, mas de todo o Oriente Próximo e Médio. Ciro recebe aprovação pela sua retidão e justiça no governo dos povos domina­dos. Por isso, goza da veneração dos povos e da proteção de Marduc.

Outro documento importante que beneficiou os povos dominados é conhecido com o nome de Cilindro de Ciro.

O CILINDRO DE CIRO

Ciro, rei da Pérsia, emitiu um de­creto que é registrado nos livros de Esdras e de 2 Crônicas e confirmado pela arqueologia. O documento en­contrado traz as palavras de Ciro em primeira pessoa, decretando a recons­trução de muitos santuários ao norte da Mesopotâmia e na Babilônia.

Ele mandou devolver os objetos sagrados que foram roubados por Na­bucodonosor do Templo de Jerusalém e deu liberdade aos exilados de retor­narem à sua terra. O Segundo Isaías, Jeremias, Esdras e 2 Crônicas fazem referência a Ciro e a seu decreto.

Escritos bíblicos

  1. O profeta Isaías: o senhor con­duz a história para a libertação O Segundo Isaías (40-55) enco­raja os israelitas exilados que viam na possível queda da Babilônia sua libertação. Ele alimenta a esperan­ça afirmando que o Senhor estava nas origens das vitórias de Ciro, chamando-o de "pastor", "ungido" do Senhor e seu "messias", nomes reservados só aos reis da dinastia de Davi (Is 45,1; 44,28). O Senhor o chamou pelo nome e lhe deu um nome ilustre, embora Ciro não o co­nhecesse (Is 45,4-5).

O profeta, de um lado, enaltece Ciro e, de outro, prevê que este tomará pacificamente a Babilônia, que caíra em ruína (Is 47). Jeremias vai além das lamentações do Segundo Isaías e pro­fere oráculos contra a Babilônia.

      1. Jeremias: a presença cons­tante de Deus Jeremias, nos capítulos 50 e 51, pro­fere oráculos contra a Babilônia anun­ciando sua queda e o retorno dos exi­lados, mas não naquele momento (cf. Jr 27,7-8; 29,10.28). Os dois textos revelam uma reflexão humana, cheia de realismo. Se por um lado critica todo o imperialismo político sobre o povo dominado, por outro apresenta Deus muito próximo do povo, para o salvar, sobretudo nos momentos críticos de sua história, mesmo quando os babilônios se recusam a "deixá-los ir. Mas o seu Redentor é poderoso, seu nome é o Senhor dos Exércitos; certa­mente ele pleiteará a sua causa, para tranqüilizar a terra e fazer tremer os habitantes da Babilônia" (Jr 50,33-34).

      2. Esdras: a esperança do regresso à terra Se no livro do Segundo Isaías Ciro é apresentado como o "ungido do Se­nhor" (Is 45,1), no livro de Esdras ele é considerado o "enviado de Deus" (Esd 1,1-4). Nesse texto o decreto de Ciro ordena a reconstrução do Tem­plo de Jerusalém e concede a liberda­de aos exilados para retomarem à terra deles, oferecendo-lhes sua ajuda para a reconstrução.

Em um outro texto (Ed 6,2-5), o livro fala do decreto de Ciro que foi encontrado na cidade de Ecbátana, o 1t qual retoma o tema da reconstrução do "t, Templo em Jerusalém e pede que se­jam devolvidos os utensílios que dele foram roubados pelo rei da Babilônia, Nabucodonosor. Não fala, nesse tex­to, do retorno dos exilados à sua terra.

4. 2 Crônicas: que Deus esteja com vocês 2 Cr 36,22-23 afirma que "O Se­nhor suscitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual mandou proclamar a viva voz e por escrito, em todo o seu reino o seguinte: 'Assim fala Ciro, rei da Pérsia: o Senhor, Deus do céu, entre­gou-me todos os reinos da terra; ele me encarregou de construir para ele um templo em Jerusalém, na terra de Judá. Todo aquele que, dentre vós, pertence a todo o seu povo, que seu Deus esteja com ele e que se dirija para lá!' ". O texto revela uma vontade explícita, por parte do rei da Pérsia, de que o Templo seja reconstruído . e que os exilados retomem à pátria.

POLÍTICA DOS REIS DA PÉRSIA

Os persas adotaram uma política totalmente nova em relação aos po­: vos dominados. Ao contrário dos assírios e babilônios, não realizaram deportações em terras distantes, mas adotaram uma política de respeito.

Suscitaram a colaboração espontânea dos governantes locais em vez de im­porem à força a sua soberania. Um sinal indicativo desse respeito é o uso da língua do povo dominado nas ins­crições régias e na correspondência oficial. Os demais impérios impunham a própria língua No império persa, os escritos oficiais apareciam em três lín­guas: persa, elamita e babilones. Na Síria e na Palestina, que não falavam essas línguas, os decretos e as ins­crições vinham na língua aramaica, conhecida e falada na região.


O governo persa mostrou-se muito mais liberal com os povos dominados também nas questões religiosas. Não interferia nas práticas religiosas e no culto, pelo contrário, mandou restituir imagens e objetos sagrados aos tem­plos que haviam sido espoliados, so­bretudo na dominação dos babilônios; favoreceu a reconstrução dos templos dos povos dominados que tinham sido danificados e deu liberdade aos exila­dos de retomarem suas terras. Porém muitos exilados, como os judaístas, que já haviam se estabelecido fora da sua terra e tinham conquistado boas con­dições de vida, não quiseram voltar para seu país de origem. Outros, po­rém, voltaram, pois falou mais alto o amor à terra, o apego às tradições, o desejo de reconstruírem o Templo, a cidade e a comunidade de Israel. Di­versas caravanas foram organizadas e retomaram para Judá com o intuito.

A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA

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Pr Jonas Neto

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